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Medicinais, condimentares ou aromáticas > Medicinais > Aveloz - Pau Pelado - Euphorbia tirucalli
Aveloz - Pau Pelado - Euphorbia tirucalli
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Nome científico: Euphorbia tirucalli L.

Nomes Populares: Aveloz, Esqueleto, Fuxico, Graveto-do-cão, Figueira-do-diabo, Dedo-do-diabo, Pau-pelado, Árvore-de-São-Sebastião

Família: Euphorbiaceae

 

INTRODUÇÃO

- "Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o câncer!"

- "O avelóz agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer."

Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do avelóz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia tirucalli L.

As seivas de várias espécies de Euphorbia têm sido utilizadas em medicina popular desde pelo menos 400 A.C. devido às suas propriedades corrosivas.

 

ORIGEM

Sabe se que um médico brasileiro chamado Panfílio introduziu o avelóz na medicina convencional pelos anos 1880 ou 1890, mas esta planta permaneceu obscura até a década de 1980.

Hoje é vendida nos Estados Unidos e Brasil em forma líquida por médicos naturalistas.

É nativa de Madagascar e amplamente cultivada no Brasil, principalmente no Nordeste.

 

HISTÓRIA

Por ser uma espécie relativamente pouco conhecida, a planta do avelóz, aparentemente, nunca foi analisada quimicamente.

Entretanto, é de amplo conhecimento que cerca de 90% das espécies da família das Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia, e gastroenterite.

É vulgarmente conhecida como mata-verrugas porque sua seiva - usada pelos indígenas do Amazonas e posteriormente pelos colonizadores holandêses, portuguêses e gaulêses no nordeste do Brasil - era considerada eficaz quando aplicada em verrugas e tumores, particularmente nos localizados na face.

 

CURIOSIDADES

Os pesquisadores já demonstraram que os extratos de certas plantas na família das Ephorbias realmente demonstram atividades anti-leucêmicas que poderíam ser atribuídas ao fato de que contêm certos ésteres diterpênicos.

 

OBSERVAÇÕES

Não deve ser plantado perto de residências, pois é planta rica em FORBOL, substância CANCERÍGENA muito potente, que se acumula no solo por anos e chega aos pulmões através da poeira ou como contaminante de alimentos.

Ésteres de forbol são estudados como agentes promotores de tumor, induzindo a formação do linfoma de Burkitt e carcinoma nasofaringeo.

 

SINTOMAS

O ferimento de seus ramos libera a seiva lactescente que é tóxica e irritante para a pele, podendo atingir cegueira temporária ou permanente se atingir os olhos, por lesão na córnea.

A seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.

 

PRINCÍPIOS ATIVOS

Látex irritante. Em sua composição química foram identificados diversas substâncias pertencentes às classes dos triterpenos, eteróis, hidrocarbonetos, ácidos orgânicos e açucares, destacando-se entre eles o éster do forbol que é um agente procancerígeno.

Foram ainda encontrados nesta planta beta-sitosterol, ácido cítrico, ácido elágico, euphorone, glicose, hentriacontano, hentriacontanol, isoeuphoral, kampeferol, ácido málico, resina, acetato de sapogenina, ácido succínico, taraxasterol, taraxerim, tirucallol, contudo ainda não se conhece bem seus princípios ativos.

 

INDICAÇÃO

Não existe nenhuma evidência científica, até por ser pesquisada recentemente, de sua possível atividade anticancerígena em usos internos, apesar da revista americana Spotlight Magazine ter publicado em 1999 um artigo recomendado o seu látex como agente antitumoral.

 

FONTE: site Tudo Sobre Plantas.

 

Orientamos que apesar de classificarmos esta e outras plantas como “medicinal”, não garantimos suas propriedades farmacológicas, e lembramos que a comercialização feita na Flora Monte Claro destina-se exclusivamente ao uso ornamental.

Esta espécie é citada em toda literatura como medicinal, mas como nosso objetivo é ornamental desconhecemos forma de consumo ou preparo.

Desta forma, não recomendamos o consumo a não ser que a pessoa tenha plena certeza de que a planta adquirida se destina a isto e saiba como prepara-la, e como não temos como garantir que a espécie adquirida se presta ao consumo humano, não nos responsabilizamos caso ocorram intoxicações.



 
 


 

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