Arundina - Orquídea Bambu Branca

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# Descrição do produto



Origem e curiosidades: diferente de outras orquídeas, esta é terrestre, ou seja, na natureza ela cresce sobre o solo, enquanto as demais, em sua maioria, cresce fixa em troncos de árvores. Sua região de origem vai desde a Índia até Nova Guiné, ou seja, praticamente todo o sul da Ásia, e inclusive em muitos lugares já é considerada planta em extinção no habitat natural. Isso não a impediu de se dispersar pelo mundo, e hoje está presente como planta ornamental em todo o mundo. O nome “arundina” vem do termo latino “arundo”, que significa junco ou cana, e “graminifolia” por suas folhas serem muito parecidas com gramíneas. Apesar disso, o seu pseudo bulbo  lembra muito um bambú, e isso criou o seu nome popular de orquídea bambú, e também um segundo nome científico “Arundina bambusifolia”. Existe mais uma espécie de arundina que só ocorre no Vietnam, e que não é cultivada no mundo, e para a Arundina graminifolia existem pelo menos três variedades diferentes.

Usos e aplicações: o principal uso é ornamental, principalmente em paredes e muros, pois cria um bonito efeito com suas longas hastes (pseudo bulbos) culminando com flores coloridas. Na medicina tradicional asiática as folhas e raízes são usadas para tratamento de dor de ouvido e reumatismo, enquanto que as hastes são usadas para curar icterícia, dores abdominais, furúnculos e feridas. A Universidade de Hyderabad, na Índia, pesquisou seus usos e indica que o rizoma pode ser utilizado para controlar a infecção bacteriana, uma vez que têm propriedades antibacterianas, já a decocção de raízes também pode ser usada para controlar diabetes, tumores, hiper lipose e hepatite.

Cultivo: no ambiente natural ela cresce diretamente no solo, mas deve-se lembrar que solos compactados e de difícil drenagem dificultam o crescimento das raízes. Para evitar isso algumas pessoas misturam areia, pedriscos, matéria orgânica, até cascas de árvores, mas não existe uma receita pronta ideal, bastando que o solo seja fofo e bem drenado. Ela tem o crescimento similar a outras orquídeas, mas seu rizoma fica subterrâneo, e dele crescem os pseudo bulbos (hastes), que darão as flores. Da mesma forma que outras orquídeas, se o rizoma for muito pequeno, a planta não irá florir, e um erro muito comum é ao comprar uma planta adulta, cheia de hastes, dividir a touceira, deixando apenas uma haste para cada nova planta. Isso não deve ser feito, pois a planta só irá florir depois de alguns anos, quando se recuperar. Pode ser plantada a sol pleno, mas aprecia sombra parcial durante o dia. A irrigação é um aspecto delicado, pois é comum pecar pelo excesso, o que apodrece as raízes. Na dúvida, deixe para a chuva (pelo menos no sul e sudeste do Brasil). São raros os casos de doenças e pragas, sendo o mais comum ataque de pulgões e cochonilhas. No ambiente natural possui um polinizador específico, que não existe no Brasil, portanto só terá sementes se receber ajuda humana na polinização.

Este texto é de autoria da própria Flora Monte Claro e não é permitida a reprodução inteira ou parcial, sem prévia autorização.

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