Estrela de Fogo – Crocosmia crocosmiiflora (2 bulbos)

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# Descrição do produto

Origem e curiosidades: tem sua origem na África do Sul, mas não na natureza: em 1880 o botânico Victor Lemoine fez um cruzamento de duas plantas – Crocosmia aurea e Crocosmia poltsii. Do cruzamento surgiram as variedades desta flor, a apresenta colorações variando do amarelo vivo ao vermelho sangue. No Brasil ela recebeu o nome de Estrela de Fogo porque a flor tem seis pétalas distribuídas de forma bastante simétrica, que lembram a Estrela de Davi. A coloração lembra uma labareda de fogo, portanto, o nome parece justo. Em outros países os nomes mais comuns são Tritonia ou Montbretia. O nome científico teve origem em outra característica interessante: apesar de não ter nenhum apelo medicinal ou alimentício, se macerarmos as folhas desta planta o perfume será de açafrão. O nome “Kroko” significa açafrão em grego, e o termos “osme” significa perfume. Daí o nome de Crocosmia – ou perfume de açafrão. Por incrível que pareça, esta bela e delicada flor pode se tornar uma invasora. Aqui no sul do Brasil é comum encontrar terrenos baldio com touceiras enormes vicejando sem nenhum cuidado humano, mas isso apenas quando a planta não tem concorrência, pois em jardins, apenas a presença de um gramado já é suficiente para conter seu avanço.

Usos e aplicações: o uso mais comum é o cultivo em jardins, completando espaços principalmente na bordadura de vegetações mais altas (as folhas da estrela de fogo não superam 60 cm de altura). Também pode ser plantada em canteiros centrais ou ainda em jardineiras. Tem uso também muito consolidado como flor de corte, mas dificilmente floristas compõem buques apenas com ela: o normal é utilizá-la para dar um contraste com flores brancas ou amarelas, ou ainda para tirar o padrão nivelado de um buque, onde todas as flores ficam na mesma altura. Faz belo efeito combinada a várias outras flores de corte, como girassóis, rosas, lírios e outras. A forma com que abre suas flores faz com que tenha muita durabilidade, pois o cacho de flores é um pendão com até 24 flores, mas elas não abrem ao mesmo tempo – começam por baixo e vão abrindo de forma espaçada até o topo, enquanto as mais velhas vão definhando e as mais novas desabrochando.

Cultivo: muito rústica, não tem exigências de solo nem de adubação. Alguns chegam a dizer que o melhor cuidado para estas plantas é justamente nenhum cuidado. As sementes têm baixa germinação e por isto se multiplica melhor por bulbos (batatinhas), ou melhor, cormos, são estruturas botânicas diferentes, mas para jardinagem é praticamente a mesma coisa. Cada cormo dá origem a uma planta muito parecida com a palma (gladíolo). As flores surgem em novembro, e as plantas começam a perder o viço em março, época ideal para divisão de touceiras. Para isto, deve-se retirar a planta inteira, deixa-la secar à sombra, e então destacar e armazenar os bulbos, que deverão ser cultivados novamente na primavera. 


Texto elaborado pela Flora Monte Claro. A reprodução parcial ou total sem prévia autorização é proibida.

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